domingo, 12 de agosto de 2012

Independência da América Espanhola

Aqui está um material que pode ajudar na revisão para a prova de Independência da América Espanhola.


REVISÃO INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA ESPANHOLA

Cabildos- Câmaras municipais nas colônias espanholas que ganharam 
maior força quando o rei da Espanha foi preso por Napoleão.

Chapetones - Grandes fazendeiros membros da elite criolla.

Caudilhos - Chefes locais que impunham a ordem pelas armas.

Criollos - Filhos de espanhóis nascidos nas colônias.

Peninsulares - Nascidos na Espanha.

Realistas - A favor da manutenção da servidão ao rei da Espanha.

Tradicionalistas - A favor de que a sociedade americana continue da mesma forma que na época da colonização espanhola.

Liberais - A favor de profundas mudanças na sociedade americana.

Simon Bolívar - Grande fazendeiro, militar e político venezuelano que foi peça chave nas guerras de independência na América espanhola.

Pan-América - Projeto de Bolívar que visava integrar as Américas em um único e poderoso país.



E aqui o vídeo que foi passado na aula.


E pra não perder o costume:


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Recuperação 1605- Rodrigo Otávio





http://www.mundoeducacao.com.br/curiosidades/pedra-roseta.htm


http://www.infoescola.com/civilizacao-egipcia/pedra-de-roseta







terça-feira, 17 de julho de 2012

Recuperação - 1801, Rodrigo Otávio


Calendário revolucionário francês

Clique acima para maiores informações

Recuperação - 1901, 1903 - RODRIGO OTÁVIO


O Tratado de Brest - Litovsk

O Tratado de Brest-Litovski (ou de Brest-Litovsk) foi um tratado de paz assinado entre o governo bolchevique da Rússia e as Potências da Tríplice Aliança (Império Alemão, Império Austro - Hungaro, Bulgária e Império Otomano) a 3 de Março de 1918 em Brest (anteriormente Brest- Litovski), na actual Bielorrúsisia. Com este tratado reconhecia-se a saída da Rússia da Primeira Guerra Mundial.
O abandono do primeiro conflito mundial foi um dos principais objectivos dos ideólogos da Revolução Russa de 1917. A guerra tornara-se impopular entre o povo russo, devido às imensas perdas humanas, (cerca de quatro milhões de mortos)e  o número de estropiados de guerra e de desertores aumentava cada vez mais. No âmbito deste tratado, a Rússia perdia o controle sobre a Finlândia, Países Bálticos (Estónia, Letónia e Lituânia), Polónia, Bielorrússia e Ucrânia.
A maior parte desses territórios tornar-se-iam, na prática, partes do Império Alemão. Entretanto, a derrota da Alemanha na guerra e a assinatura do Tratado de Versalhes permitiram que a Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia e Polónia se tornassem Estados verdadeiramente independentes. Por outro lado, a Bielorrússia e a Ucrânia envolveram-se na Guerra Civil na Rússia, acabando por ser  novamente anexadas ao território russo.

Assinatura do Tratado de Brest -  Litovsk


Recuperação 1702 - Leonel Azevedo


A usura e o justo preço


A burguesia medieval estava próxima dos valores que impediam o rápido acúmulo de capitais.


Quando falamos sobre o processo de formação da burguesia, ainda na Idade Média, muitos se tomam pela formação da classe burguesa que se destaca a partir da Revolução Industrial. Nesse sentido, acabamos por notar o desenvolvimento de uma confusão que simplesmente liga a burguesia medieval aos conceitos, pressupostos e valores morais que definem a burguesia contemporânea.

Em poucos termos, muitos acreditam que, já na Idade Média, a burguesia tentava de toda forma enriquecer ao ampliar as faixas de lucro ligadas à sua atividade econômica. Mesmo sendo empreendedora e ambiciosa, não cabe a nós dizer que os burgueses sentem, pensam e agem de uma mesma forma por séculos a fio. Nesse sentido, podemos ver a existência de características que podem marcar uma profunda diferença entre os burgueses da Baixa Idade Média e dos outros tempos históricos.

Nos primeiros séculos de seu aparecimento, os comerciantes ainda eram tomados por preceitos comerciais bastante ligados aos valores cristãos. Sob tal influência, vemos que muitas corporações de ofício combatiam a obtenção de lucros abusivos com a estipulação do chamado “justo preço”. Em suma, esse tipo de preço consistia na soma da matéria-prima e da mão de obra empregada na obtenção da mercadoria.

Primeiramente, podemos ver que tal prática foi um verdadeiro entrave para que o acúmulo de capital acontecesse rapidamente entre a burguesia europeia. Contudo, a elevação dos índices populacionais acabou provocando a dinamização da economia europeia que marca a transição entre o feudalismo e o capitalismo. Ou seja, mesmo com lucros reduzidos, vemos que a burguesia feudal prosperou e galgou espaços sociais e políticos cada vez mais importantes.

Em paralelo aos valores morais e religiosos do justo preço, podemos ver que a Igreja também interferiu no desenvolvimento das atividades financeiras. Em muitos casos, burgueses e artesãos pegavam dinheiro emprestado para que tivessem meios para atender suas demandas produtivas. Em muitos casos, o credor recebia uma bonificação extra que consistia no pagamento de juros proporcionais ao valor e ao tempo de empréstimo.

Tal costume, conhecido pelo nome de usura, foi veementemente condenado pelos clérigos católicos. Para tais, a prática da usura era uma atividade desonesta, pois o credor obtinha ganho sem trabalho e lucrava com o passar do tempo. Aos olhos da Igreja, o tempo não poderia ser utilizado com finalidades particulares, pois ele só poderia ser manuseado por Deus. Mais uma vez, os preceitos morais e religiosos limitaram o desenrolar do comércio na Idade Média.

Apesar da resistência, o crescimento do comércio clamava cada vez mais pelo empréstimo de grandes quantidades em dinheiro. Sendo assim, a Igreja passou a liberar a prática da usura em situações em que o credor se arriscava perdendo total ou parte do empréstimo. Nesse contexto, o devedor poderia justificar o não pagamento da usura ao comprovar que não conseguiu vender toda a riqueza gerada pela quantia emprestada.


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

Recuperação - 1602 e 1603, Leonel Azevedo


Mumificação no Egito antigo

Por mais de 3 mil anos, cadáveres foram dissecados, desidratados e enfaixados

Maria Carolina Cristianini | 01/04/2008 00h00


A expressão “a terra há de comer” não faria sentido para as pessoas com dinheiro no Egito antigo. Lá, acreditava-se no ka, uma força que continuava após a morte – desde que o corpo fosse bem conservado. Para isso, usava-se uma técnica inspirada no deserto. Após observar que a areia quente e o ar seco preservavam os mortos, os egípcios criaram um método de dissecação e mumificação acompanhado de um ritual religioso.
As primeiras múmias conhecidas são de 3000 a.C. Privilégio dos monarcas, 800 anos depois é que o processo se estendeu a qualquer um que pudesse pagar. E nem só humanos eram mumificados. Em janeiro, cães foram encontrados em El Faiyum, um oásis a 80 quilômetros do Cairo. “Era uma forma de homenagear animais de estimação”, explica o historiador Julio Gralha, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
As últimas múmias são do século 4 d.C.. A influência romana e o avanço do cristianismo podem ter encerrado a prática.

Rumo ao sarcófago

O processo tinha seis passos e demorava até 70 dias
1. Limpeza geral
O corpo era levado para tendas ao ar livre, em um lugar chamado Ibu (local de purificação), na margem oeste do rio Nilo, onde ficavam os cemitérios. Ali, era entregue a sacerdotes. Em uma mesa inclinada para coletar fluidos, era lavado com vinho de palma e água do rio.
2. Adeus, vísceras
O sacerdote Ut removia os órgãos por um corte do lado esquerdo do abdômen. Só sobrava o coração. Pulmões, intestinos, estômago e fígado iam para recipientes especiais.O resto era jogado no rio Nilo – incluindo o cérebro, que era retirado pelas narinas.
3. Guardiões
Os órgãos mais importantes eram armazenados em vasos. Eles representavam os quatro filhos de Hórus, deus dos céus: Duamutef (cachorro) cuidava do estômago; Qebehsenuf (falcão), dos intestinos; Hapi (babuíno), dos pulmões; e Amset (humano), do fígado.
4. Sal até as entranhas
Com o cadáver livre das vísceras, começava o processo de desidratação, feito com natrão, um tipo de sal mineral muito comum na região. O corpo era preenchido e envolvido com esse sal e permanecia assim por 40 dias.
5. Recheio seco
Após a desidratação, havia nova lavagem com água do Nilo e aplicação de substâncias aromáticas e óleos para aumentar a elasticidade da pele. Para não ficar deformado, o corpo era recheado com serragem e plantas secas. Só então recebia até 20 camadas de tiras de linho engomado.

Proteção no além

Os corpos eram enfaixados junto com diversos amuletos
Olho de Wadjet
Colocado na testa, garante proteção e apoio para a cabeça
Escaravelho
Impede que o coração se separe do corpo
Nó de Ísis
Colocado no peito, pede segurança para a deusa Ísis
Ankh
Ajuda a superar os obstáculos da outra vida



E pra não perder o costume: